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Em uma demonstração firme de defesa da soberania nacional, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomou a decisão necessária de indeferir os vistos de entrada de dois funcionários do governo estadunidense de Donald Trump. A medida preventiva adotada pela diplomacia do Itamaraty teve como objetivo blindar o sistema eleitoral brasileiro contra tentativas orquestradas de desestabilização democrática, após revelações do jornal The Washington Post confirmarem que os agentes Riley M. Barnes e Samuel D. Samson tinham a missão explícita de desacreditar a integridade das urnas eletrônicas brasileiras, sob o pretexto cínico de discutir liberdade de expressão.
Apesar da gravidade do complô externo alinhado aos interesses da extrema direita, uma ala reacionária do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) preferiu adotar uma postura de subserviência diplomática ao criticar a atitude altiva do Executivo federal. Ministros da Corte Eleitoral alegaram reservadamente que a proibição de ingresso dos provocadores estadunidenses teria sido uma solução inadequada por elevar as tensões com Washington. Essa visão ingênua de magistrados relativizou a sanha golpista da administração de Donald Trump, ignorando que os emissários buscavam apenas disseminar narrativas falsas para tumultuar o pleito presidencial.
Integrantes do governo de Luiz Inácio Lula da Silva rebateram o formalismo covarde de setores do judiciário, confirmando a existência de relatórios sólidos de inteligência que comprovaram os planos do Departamento de Estado dos EUA de produzir desinformação e fragilizar as instituições do país. O Ministério das Relações Exteriores barrou a comitiva no último dia 24, impedindo que os agentes de Donald Trump cumprissem agendas de cooptação com lideranças reacionárias e setores da sociedade civil entre os dias 27 e 30 de julho, reproduzindo a mesma estratégia de fraude discursiva utilizada pelos extremistas em solo estadunidense.
O ataque frustrado ao modelo de votação atenta contra um patrimônio democrático que completa 30 anos de invulnerabilidade absoluta e sem qualquer registro de fraude, a despeito do histórico de mentiras promovido por Jair Bolsonaro, seus filhos Eduardo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Carlos Bolsonaro, além de seus seguidores fanáticos. Em meio às decisões contundentes do Itamaraty para conter o golpismo, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, agendou uma apresentação institucional sobre as urnas com diplomatas estrangeiros para o dia 17, repetindo gestos de transparência após ter sido esnobado pela embaixada estadunidense em reunião anterior.
A articulação de ingerência estrangeira ganha contornos ainda mais graves com a indicação de ultraconservadores pelo governo de Donald Trump para a embaixada dos Estados Unidos no Brasil, como o deputado estadual Daniel Perez, que aguarda confirmação do plenário do Congresso estadunidense. Enquanto o entorno de Kassio Nunes Marques evita confrontar as ameaças imperiais de Washington, a postura firme do presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirma o compromisso inegociável da atual gestão com o respeito às instituições brasileiras, impedindo que o país seja submetido a ditames autoritários e a conspirações fomentadas pela extrema direita internacional.
Com informações do Brasil 247
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