Defensores públicos de todo o país declaram apoio à reeleição de Lula
Mais de 500 defensores públicos assinam manifesto em defesa da democracia e da candidatura de Lula no segundo turno das eleições.

A dois dias do segundo turno das eleições presidenciais, um grupo de mais de 500 defensoras e defensores públicos de diversas regiões do Brasil manifestou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O documento, intitulado “Manifesto de Defensoras e Defensores Públicos pela Democracia, pela Dignidade e pela Reeleição de Lula”, foi divulgado nesta sexta-feira (23) como um posicionamento em defesa da Constituição de 1988 e dos direitos sociais.
Os profissionais, que lidam diariamente com a parcela mais vulnerável da população, argumentam que a escolha eleitoral é fundamental para a preservação das instituições democráticas. Segundo o texto, a atuação da categoria é intrinsecamente ligada à proteção dos direitos fundamentais, e o cenário político atual exige um compromisso claro com a justiça social e a erradicação da pobreza.
O manifesto condena veementemente discursos que incentivam a violência, relativizam a tortura ou promovem o ódio contra minorias. Para os signatários, a experiência prática no atendimento jurídico gratuito revela que práticas autoritárias atingem, em primeiro lugar, os cidadãos que mais dependem da proteção do Estado. “Não somos neutros diante da dor de quem nos procura”, destacam os autores.
Além de defender o fortalecimento de serviços essenciais como o SUS e a educação pública, o grupo reforça que a garantia de direitos não pode ser tratada como um favor ou gasto público. O documento conclui convocando os eleitores a refletirem sobre qual projeto de país é capaz de realizar os objetivos constitucionais, declarando o voto em Lula no próximo domingo (25).
Em resumo
- Mais de 500 defensores públicos assinaram manifesto em apoio à reeleição de Lula.
- O documento defende a democracia, a Constituição de 1988 e a ampliação de direitos sociais.
- Os profissionais condenam discursos de ódio e práticas autoritárias.
- O apoio foi formalizado a dois dias do segundo turno das eleições presidenciais.
Fonte: ICL Notícias

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