Política · Justiça

Meta não identifica irregularidades em canal 'Exército do Lula' após análise inicial

A Meta informou ao TSE que não encontrou comportamento inautêntico no canal 'Exército do Lula', mas solicitou prazo adicional para concluir a verificação de novos dados.

Foto: Fachada da sede do TSE em Brasília - Luiz Roberto/Divulgação TSE · Original e licença

A Meta, empresa responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, comunicou nesta sexta-feira (23) ao ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que não detectou indícios de "comportamento inautêntico coordenado" ou violações de suas diretrizes no canal "Exército do Lula".

A manifestação da companhia ocorreu após uma análise preliminar de conteúdos veiculados no Instagram. A empresa ressaltou, contudo, que o processo de verificação ainda não foi encerrado, uma vez que há materiais pendentes de análise contidos em um pen drive entregue pela equipe do candidato Flávio Bolsonaro (PL). Diante disso, a big tech solicitou ao magistrado um prazo maior para apresentar um relatório conclusivo.

A demanda judicial surgiu após o adversário do presidente Lula (PT) no segundo turno questionar o cumprimento das políticas de integridade eleitoral da Meta em relação ao canal de WhatsApp administrado pelo deputado André Janones (Rede-MG). O grupo, que é alvo de investigação, atingiu a marca de dez milhões de participantes nesta sexta-feira.

Em resumo

  • A Meta não encontrou irregularidades em análise preliminar do canal 'Exército do Lula'.
  • A empresa pediu mais tempo ao TSE para avaliar conteúdos entregues pela campanha de Flávio Bolsonaro.
  • O canal de WhatsApp gerido por André Janones alcançou dez milhões de membros.

Fonte: Folha de S.Paulo

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