Política

Vice-governador eleito do DF aponta Lula como peça-chave para pacificação nacional

Gustavo Rocha, vice-governador eleito do Distrito Federal, defende que o presidente Lula lidere o diálogo entre os Poderes para superar a polarização política.

Foto: Gustavo Rocha, vice-governador eleito do Distrito Federal, afirma que Lula tem condições de liderar a pacificação política do Brasil Crédito: Agência Brasília | Ricardo Stuckert · Original e licença

O vice-governador eleito do Distrito Federal, Gustavo Rocha (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira (28) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) possui as condições necessárias para liderar a pacificação política do Brasil após sua reeleição. Em entrevista à coluna Grande Angular, do portal Metrópoles, o futuro gestor destacou que o chefe do Executivo deve assumir o protagonismo na construção de um ambiente de diálogo nacional.

Para Rocha, embora a superação das divisões não ocorra de forma imediata, é urgente que o governo federal, governadores e o Legislativo iniciem um esforço conjunto. O vice-governador eleito ressaltou que, após o pleito, o presidente deixa de representar apenas sua base eleitoral para governar para todos os brasileiros, sem distinções partidárias. Ele traçou um paralelo com o compromisso assumido pela governadora eleita do DF, Celina Leão (PP), de administrar a capital para a totalidade da população.

A manifestação de Rocha ganha peso por vir de um integrante do Republicanos, partido que não compôs a coligação petista. O político, que já foi ministro dos Direitos Humanos durante a gestão de Michel Temer, defende que a iniciativa de aproximação entre os setores políticos deve partir da Presidência da República, consolidando uma atuação coordenada entre os entes federativos.

Em resumo

  • Gustavo Rocha defende que Lula lidere o processo de pacificação nacional após as eleições de 2026.
  • O vice-governador eleito enfatiza que o presidente deve governar para todos os brasileiros, superando a polarização.
  • A articulação deve envolver, segundo Rocha, uma atuação coordenada entre Presidência, governadores e o Congresso Nacional.

Fonte: Brasil 247

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