Política · Mundo

EUA intensificam sanções contra empresas chinesas e Pequim promete resposta firme

O governo chinês repudiou a inclusão de novas entidades em lista restritiva dos EUA, classificando a medida como manipulação política e protecionismo.

O Ministério do Comércio da China manifestou forte oposição à recente decisão do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos de incluir três empresas chinesas na chamada “Lista de Entidades da Lei de Prevenção do Trabalho Forçado Uigur”. A medida, que restringe a atuação dessas companhias, foi classificada por Pequim como uma manobra sem base factual.

Em nota oficial, o governo chinês negou categoricamente a existência de trabalho forçado em Xinjiang, assegurando que os direitos trabalhistas de todos os grupos étnicos da região são protegidos por lei. Segundo o porta-voz da pasta, Washington utiliza a retórica de direitos humanos para promover o protecionismo unilateral e a intimidação comercial.

A China criticou a recorrência dessas sanções, que têm atingido diversos setores, incluindo empresas de tecnologia biomédica. Para Pequim, a postura americana ignora acordos diplomáticos prévios entre os chefes de Estado e desestabiliza as relações econômicas bilaterais. O governo chinês afirmou que adotará as medidas necessárias para proteger seus interesses nacionais diante do que chamou de repressão injustificada.

Em resumo

  • EUA incluíram três novas entidades chinesas em lista de restrições comerciais.
  • Pequim nega acusações de trabalho forçado e aponta motivação política.
  • China promete tomar medidas para salvaguardar seus interesses contra as sanções.

Fonte: Brasil 247

COMECE A CONVERSA

O que você acha desta notícia?

Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.

Comentários

Próxima notíciaSupremo mantém ceticismo sobre reversão de pena de Bolsonaro por tentativa de golpe