Política · Justiça

TSE amplia cerco contra Flávio Bolsonaro com três novas investigações

O Tribunal Superior Eleitoral abriu três novas ações contra o senador Flávio Bolsonaro, que agora acumula nove processos na corte por suspeitas de irregularidades eleitorais.

Foto: Flávio Bolsonaro Crédito: Carlos Moura/Agência Senado · Original e licença

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu sinal verde para a abertura de três novas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). As decisões, assinadas pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, atendem a pedidos formulados pela campanha do presidente Lula (PT). Com esse movimento, o parlamentar passa a responder por nove processos na corte.

Segundo informações divulgadas pela revista Veja, a fase atual dos processos limita-se à análise de admissibilidade, verificando se os requisitos formais foram cumpridos. O mérito das acusações, que podem levar à inelegibilidade dos envolvidos, será avaliado durante a instrução probatória. Além de Flávio, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o deputado federal Alfredo Gaspar também aparecem como alvos em parte das novas ações.

As investigações recém-instauradas focam em três eixos principais: o uso do filme 'Dark Horse' e o possível financiamento irregular por parte do banqueiro Daniel Vorcaro; a atuação de aliados da família Bolsonaro nos Estados Unidos para articular pressões contra o Brasil; e supostas conexões entre aliados do senador e organizações criminosas no Rio de Janeiro.

Esses novos procedimentos se somam a uma lista de apurações que já incluía o uso de redes sociais e a participação do senador em eventos específicos. É importante ressaltar que as acusações estão em fase de apuração e não configuram condenação definitiva.

Em resumo

  • O TSE abriu três novas investigações contra Flávio Bolsonaro, totalizando nove processos na corte.
  • As ações apuram uso de filme, articulações políticas no exterior e supostas ligações com o crime organizado.
  • Eduardo Bolsonaro e Alfredo Gaspar também são investigados em parte dos novos procedimentos.

Fonte: Brasil 247

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