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O procurador-geral da República, Augusto Aras, abriu uma apuração preliminar de Jair Bolsonaro sobre a conduta do presidente na crise da pandemia de Covid-19 no estado do Pará, onde também houve falta de oxigênio, depois do que ocorreu no Amazonas.
Aras aceitou uma representação do PCdoB, que acusa Bolsonaro e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, de prevaricação. Segundo o partido, a crise desencadeada no Pará foi muito similar à do Amazonas e é de responsabilidade do governo federal.
A ideia é saber se há indícios para a abertura de um inquérito criminal, como foi aberto contra Pazuello no caso de Manaus, depois da autorização do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal. No âmbito deste inquérito, o ministro prestou depoimento à Polícia Federal nesta quinta-feira (4).
“Caso, eventualmente, surjam indi´cios razoa´veis de possi´veis pra´ticas delitivas por parte dos noticiados, sera´ requerida a instaurac¸a~o de inque´rito nesse Supremo Tribunal Federal”, afirma Augusto Aras no despacho.
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