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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva resolveu subir o tom contra seu antecessor Jair Bolsonaro, nesta sexta-feira (12), diante do avanço das investigações da Polícia Federal (PF) sobre o esquema de fraudes em cartões de vacina que pode levar o ex-presidente à cadeia. A operação, inclusive, já prendeu auxiliares próximos de Bolsonaro, entre eles o seu ajudante de ordens mais íntimo, o tenente-coronel Mauro Cid, e a quem o ex-mandatário se referia como "segundo irmão", o ex-major do Exército Ailton Barros.
Lula teceu as críticas a Bolsonaro, principalmente com relação à gestão desastrosa do último governo da pandemia da Covid-19, durante discurso no evento de lançamento do programa Escola em Tempo Integral em Fortaleza (CE) e, em dado momento, a fala do presidente foi ganhando contornos de deboche.
"Querem governar, que disputem. E não adianta tentar mentir durante a campanha, não adianta fazer a desfaçatez que fez esta coisa que governou o país (...) Um cara que tem nas costas a responsabilidade pela morte de 300 mil pessoas nesse país que poderiam ter sido salvas se ele tivesse trabalhado corretamente", disse o chefe do Executivo.
Na sequência, disparou:
"Agora, está dentro de casa com o rabinho preso. Está prestando depoimento. Ele vai saber o quanto foi ruim para ele mentir quando estava no governo. Até o cartão de vacina ele falsificou. Imagina que qualidade de presidente da República, com a pandemia matando 700 mil pessoas, e ele falsificou seu cartão de vacina. Não é possível, gente. Não é possível".
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