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Carlos Bolsonaro, alvo de investigações por caixa 2 digital e desmonte da educação carioca, visitou o pai Jair Bolsonaro na Papuda e transformou o encontro em espetáculo para as redes sociais. O ex-vereador, que herdou a milícia digital da família, narrou com linguagem melodramática ter encontrado o ex-presidente “abatido, apático e soluçando” e detalhou cenas como comer “cascas de pão de forma” – tentativa óbvia de construir uma falsa narrativa de humilhação e martírio para o condenado por tentar destruir a democracia.
Em um ato covarde de desespero político, Carlos tentou culpar o ex-ajudante Mauro Cid pela situação da família, atacando-o como “principal responsável pela destruição de milhares de famílias”. A estratégia revela o método bolsonarista: sempre culpar terceiros pelos próprios crimes. Enquanto isso, os verdadeiros prejudicados são as vítimas da Covid negligenciada, os povos indígenas ameaçados e as famílias que perderam direitos sociais durante o governo de destruição.
A encenação familiar na prisão não apaga os 27 anos de pena pelo golpismo, as joias da Arábia, os dólares na cueca ou os milhões de reais em caixa 2. A justiça finalmente alcança os Bolsonaro, e a cena patética na Papuda é o retrato de uma família que nunca assumirá a responsabilidade pelos seus crimes contra o povo brasileiro.
Saí há pouco da Papuda acompanhado de meu amigo, o advogado @JHNdeF .
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) January 31, 2026
Encontrei o Presidente @jairbolsonaro abatido, apático e soluçando.
Comemos algumas cascas de pão de forma.
Lavei seus talheres de plástico e ainda consegui arrancar uma risada do meu pai. Objetivo alcançado.…