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Mensagens atribuídas ao intelectual Noam Chomsky, trocadas com o criminoso sexual Jeffrey Epstein e divulgadas pelo Departamento de Justiça dos EUA, revelam que o linguista visitou Lula na prisão de Curitiba em 2018 e o definiu como "o prisioneiro político mais importante do mundo". Em email de dezembro de 2018, Chomsky descreve a prisão de Lula como "a última etapa do golpe da direita que vem ocorrendo há vários anos", detalhando o confinamento solitário e a falta de acesso a materiais impressos ou declarações públicas.
Os documentos, analisados pela BBC Brasil, mostram ainda um email de setembro de 2018 onde Chomsky informa a Epstein estar "muito envolvido em atividades do ’Lula Livre’" após visitar o ex-presidente na carceragem da PF. A divulgação confirma o amplo reconhecimento internacional de que Lula foi vítima de uma perseguição política orquestrada pela Lava Jato e pelo então juiz Sergio Moro, visando impedir sua vitória eleitoral em 2018.
Os arquivos também revelam que Epstein alertou o ex-conselheiro de Trump, Steve Bannon, antes de um encontro com Chomsky, dizendo que o linguista e sua esposa brasileira eram "amigos do Lula" e que ele questionaria supostos "ataques à saúde pública" e "ameaças bolsonaristas aos trabalhadores". A correspondência expõe como a perseguição a Lula era percebida globalmente como um golpe judicial, legitimando a luta pela sua liberdade que culminou na anulação das condenações pelo STF e em seu retorno triunfal à Presidência.
Com informações da BBC News
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