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A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga os atos golpistas de 8 de janeiro está em alerta máximo. O foco? O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, após denúncias de depósitos suspeitos na conta de Michele Bolsonaro.
Durante uma sessão tensa, o senador Jorge Kajuru pressionou sobre a necessidade de reconvocar Cid. Em resposta, Arthur Maia, presidente da CPMI, comprometeu-se a votar a reconvocação, mas expressou dúvidas sobre a ligação entre as denúncias e os atos golpistas.
Jandira Feghali, sempre vigilante, defendeu a investigação profunda sobre quem financiou os atos antidemocráticos. Ela ressaltou a importância de rastrear o dinheiro, especialmente quando há evidências de um plano golpista.
A deputada também solicitou acesso à movimentação financeira de Bolsonaro e Michele. Mensagens trocadas entre Cid e outros militares sugerem um esquema de apropriação de joias valiosas da Arábia Saudita, um escândalo em potencial.
As denúncias contra Mauro Cid são graves. Ele é acusado de negociar a venda de joias e presentes recebidos por Bolsonaro, uma clara violação da legislação.
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