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O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia oficialmente o ano judiciário de 2026 nesta segunda-feira (2), marcando o fim do recesso e o retorno da Corte ao centro das decisões nacionais. A cerimônia de abertura, que conta com a presença do presidente Lula e dos chefes do Legislativo, simboliza a harmonia entre os Poderes e o compromisso com a reconstrução democrática. Sob a presidência do ministro Edson Fachin, o tribunal sinaliza que este será um ano de foco na colegialidade, buscando decisões que tragam previsibilidade e segurança jurídica para o Brasil, longe dos sobressaltos que marcaram o período bolsonarista.
A gestão de Fachin tem se destacado pela defesa intransigente da ética na magistratura. Além do retorno às sessões plenárias, a grande expectativa para este semestre é a implementação de um novo regramento interno para aumentar o controle público sobre a atuação dos ministros. O objetivo é claro: blindar o Supremo contra conflitos de interesse e garantir que a Corte atue de forma técnica e transparente, respondendo aos anseios de uma sociedade que exige o fim de privilégios e a manutenção da ordem constitucional.
A retomada dos trabalhos também ocorre em um momento de transição institucional. Com a 11ª vaga ainda em aberto após a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso, o tribunal aguarda a chegada de Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula. A recomposição completa do plenário é vista como essencial para que o STF possa enfrentar a extensa pauta de 2026 com força total, assegurando que o projeto de reconstrução do país não sofra interrupções por manobras de setores que ainda tentam desestabilizar a justiça.
Enquanto Brasília retoma seu ritmo habitual, o Supremo reafirma seu papel como pilar de estabilidade. O discurso de abertura deve reforçar que a Corte não se curvará a intimidações e que o combate à corrupção — tanto no setor público quanto no privado — continuará sendo uma prioridade. Para os defensores da democracia, a volta do recesso representa o fortalecimento das instituições que resistiram aos ataques golpistas e que agora trabalham para consolidar os direitos sociais e a igualdade material no Brasil.
Com informações do G1
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