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O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Marcos Antônio Amaro dos Santos, anunciou a abertura de uma sindicância para investigar o vazamento de detalhes da segurança presidencial, com o envio de detalhes sobre a segurança em viagens do presidente ao tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do desastroso governo Bolsonaro.
Mauro Cid, que está preso e é alvo da CPMI do 8 de Janeiro, recebeu e-mails com informações “urgentíssimas” sobre quatro viagens e três eventos de Lula, tanto no Brasil quanto no exterior.
Essas mensagens, oriundas da Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial do GSI, foram enviadas entre 6 e 13 de março deste ano, período em que Cid e Bolsonaro estavam nos Estados Unidos, fugindo de suas responsabilidades e evitando a transição democrática.
Os detalhes de segurança enviados a Cid incluíam informações sobre viagens de Lula a Pequim e Xangai, na China, além de eventos em Brasília, Foz do Iguaçu e Boa Vista.
As mensagens continham informações como datas, horários de reuniões, reconhecimento do local, detalhes da visita do escalão avançado e até contatos do coordenador de segurança. Nas viagens à China, havia até detalhes sobre os horários de decolagem dos aviões da FAB.
Os e-mails foram enviados por três militares do GSI, que, infelizmente, já atuavam durante a gestão Bolsonaro. O GSI está investigando o ocorrido, enquanto Mauro Cid permanece em silêncio.
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