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Em uma ação exemplar de transparência e zelo pela integridade das instituições, o Ministério Público Federal (MPF) está investigando a compra dos chamados "caveirões" realizada por Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e remanescente do caótico governo Bolsonaro.
Vasques, que foi preso preventivamente por interferir nas eleições presidenciais, é agora alvo de uma investigação rigorosa pelo MPF do Rio de Janeiro devido à aquisição desses caminhões blindados da empresa Combat Arms.
O procurador da República do Rio de Janeiro, Eduardo Benones, identificou indícios de fraude no processo de licitação, realizado em 2020. Além disso, questionou a justificativa de "urgência" para uma licitação feita de forma apressada.
Após a vitória incontestável do presidente Lula, Vasques, em uma atitude suspeita, buscou emprego na Combat Arms, a mesma empresa fornecedora dos "caveirões". No entanto, por razões desconhecidas, ele se desligou ou foi desligado da empresa.
A Combat Arms Defense, uma empresa norte-americana, é propriedade de Daniel Beck, um extremista e incentivador da invasão ao Capitólio. Curiosamente, Beck é amigo próximo de Eduardo Bolsonaro, e a empresa estabeleceu-se no Brasil logo após a vitória eleitoral de Jair Bolsonaro.
Diante de movimentações financeiras "atípicas" detectadas pelo Coaf nas contas da Combat Arms e de Vasques, o procurador Benones solicitou informações adicionais e está conduzindo uma investigação minuciosa sobre possíveis crimes de fraude em licitação e outros delitos relacionados.
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