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Em mais um capítulo da busca incessante por justiça e transparência, o recém-empossado ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, tomou uma decisão corajosa e necessária contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação em questão remonta a 2018, quando Bolsonaro, em um ato de desrespeito e agressividade, incitou seus apoiadores em Rio Branco (AC) a "fuzilar a petralhada".
A campanha do então candidato à presidência, Fernando Haddad, protocolou um pedido de investigação sobre essa declaração irresponsável de Bolsonaro. A ação ficou paralisada no STF devido ao foro especial de Bolsonaro como presidente, mas com sua saída do cargo, a situação mudou.
O caso, que estava sob a responsabilidade do ministro Ricardo Lewandowski até sua aposentadoria, foi encaminhado a Cristiano Zanin. Demonstrando comprometimento com a justiça, Zanin decidiu enviar a ação para a Justiça Eleitoral do Acre, já que Bolsonaro não possui mais o foro especial.
Em sua decisão, Zanin destacou a importância de respeitar a competência jurisdicional, mencionando que, com o término do mandato de Bolsonaro e sua não reeleição, o STF não tem mais jurisdição sobre o caso.
O gesto de Bolsonaro em 2018, onde simulou um fuzil e fez declarações violentas, é um lembrete do tipo de liderança que o Brasil rejeitou. Agora, sob a orientação de líderes comprometidos com a democracia, como Lula e Zanin, o país busca corrigir os erros do passado.
A decisão de Zanin é um passo na direção certa, mostrando que ninguém está acima da lei e que atos de incitação à violência não serão tolerados, independentemente de quem os cometa.
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