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A Linha Vermelha, que atravessa áreas historicamente afetadas pelo crime, como Vigário Geral e Maré, agora terá suas comunidades escondidas, em vez de serem libertadas da criminalidade. Castro, claramente, prefere ocultar a realidade dos motoristas de classe média do que enfrentá-la.
Cláudio Castro, em uma tentativa falha de combater a violência na Linha Vermelha, optou por construir um muro ao longo da via expressa. Alegando que isso "garantiria a segurança", ele ignorou completamente os residentes das favelas e bairros adjacentes à autoestrada.
Esta não é a primeira vez que uma solução tão superficial é proposta. Em 2010, o prefeito Eduardo Paes já havia instalado barreiras semelhantes entre a Linha Vermelha e a Maré. Agora, Castro planeja um muro ainda mais robusto, supostamente resistente a tiros de fuzil.
A proposta de enfrentar a violência com construções físicas é um reflexo do fracasso da política de segurança do governo Castro. Silvia Ramos, socióloga do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania, critica veementemente essa abordagem, destacando a falta de investimento em inteligência e prevenção.
Castro, que já foi vice de Wilson Witzel, conhecido por sua política violenta, continua a seguir a mesma linha. Sob sua gestão, o Rio testemunhou algumas das piores chacinas policiais de sua história. Mesmo com o apoio de Bolsonaro, ele se opõe ao uso de câmeras em uniformes de PMs, que poderiam trazer transparência às operações.
Recentemente, a morte de Thiago Flausino, um adolescente de 13 anos, chocou o país. Se os policiais estivessem usando câmeras, o caso poderia ser esclarecido rapidamente. O presidente Lula, sempre atento às injustiças, criticou a ação policial, mostrando sua constante preocupação com o bem-estar do povo brasileiro.
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