1907 visitas - Fonte: Plantão Brasil/ twitte
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou que a Polícia Federal encontrou provas de uma estrutura criada para desviar presentes de alto valor dados por autoridades estrangeiras a Jair Bolsonaro durante sua presidência.
Esta estrutura tinha como objetivo desviar presentes, como relógios de luxo e obras de arte, para o acervo privado do ex-presidente, que eram posteriormente vendidos nos Estados Unidos. O general Lourena Cid, que trabalhava no escritório da Apex em Miami durante o governo Bolsonaro, estava envolvido no esquema.
Moraes destacou: Os elementos de prova colhidos demonstraram que, na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi criada uma estrutura para desviar os bens de alto valor presenteados por autoridades estrangeiras ao ex-presidente da República, para serem posteriormente evadidos do Brasil, por meio de aeronaves da Força Aérea brasileira e vendidos nos Estados Unidos.
As investigações indicam que os desvios começaram em meados de 2022 e terminaram no início deste ano. Em um dos casos, o general Cid teria recebido US$ 68 mil pela venda de dois relógios de luxo.
Segundo Moraes, os presentes deveriam ser incorporados ao Gabinete Adjunto de Documentação Histórica (GADH), setor responsável pela guarda dos presentes na Presidência da República. No entanto, durante o governo Bolsonaro, muitos desses presentes foram atribuídos ao acervo privado do presidente, contrariando as normas e princípios da administração pública.
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