1359 visitas - Fonte: Plantão Brasil/ twitte
O Exército Brasileiro vive momentos de tensão e incerteza com o escândalo envolvendo a venda de joias. O tenente-coronel Mauro Cid, ainda na ativa, está no centro das atenções, e a recente implicação de seu pai, o general da reserva Mauro Lourena Cid, intensifica o clima de desconforto.
O general Cid, que já fez parte do Alto Comando do Exército e atuou na Apex em Miami, retornou a Brasília após os escândalos envolvendo seu filho, que atuava como ajudante de ordens de Bolsonaro. Agora, a Polícia Federal analisa o celular do general, buscando informações que possam esclarecer o caso.
Especula-se que o dispositivo possa conter detalhes sobre valores, locais, descrições das joias e intermediários. Uma foto curiosa no celular mostra um estojo de joias refletindo o rosto do general, servindo como potencial evidência contra ele.
Há também preocupações sobre as comunicações do general com figuras de destaque, incluindo possíveis conversas com Alexandre de Moraes, do STF, a Polícia Federal, e até mesmo com o ex-presidente Lula. O tema de um possível golpe também é uma questão em aberto.
Enquanto o Exército e a Defesa negam vínculos com o hacker Walter Delgatti, surgem questionamentos sobre o papel de outros indivíduos ligados ao governo anterior. O que Delgatti estaria fazendo em relação à comissão militar de Bolsonaro, cujo objetivo era desacreditar o processo eleitoral?
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