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O ex-ajudante de ordens Mauro Cesar Barbosa Cid, ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, tentou vender nos Estados Unidos relógios e joias que foram presenteados ao Brasil.
Para isso, fazia uma verdadeira romaria pelos Estados Unidos, viajando às custas do dinheiro público. Voava do Brasil para Miami, de Miami para a Pensilvânia, para Nova Iorque e de volta para o Brasil. Percorria roteiros de bandidos traficantes de joias, em lojas de penhor, casas de leilão e joalherias e até shopping centers. Tudo com ajuda do general 4 estrelas, bancado pelos cofres públicos, seu pai. O fruto das negociatas eram sempre em dinheiro vivo para beneficiar o mandante Jair Bolsonaro.
A Polícia Federal descobriu que Cid, ao invés de retornar ao Brasil após uma viagem oficial aos EUA, desviou-se para Miami, onde seu pai, o general da reserva Mauro Cesar Lourena Cid, residia.
O ex-ajudante de ordens não parou por aí. Ele viajou até a Pensilvânia e tentou vender dois relógios de luxo em um shopping. Um dos relógios, um Patek Philippe, pode ter sido entregue a Bolsonaro em uma viagem ao Bahrein.
Em Miami, Cid tentou negociar outros itens de luxo em uma área conhecida por suas lojas de joias. A investigação revelou que ele conseguiu vender um anel, abotoaduras e um rosário islâmico.
O kit ouro rosé, outro conjunto de joias, foi levado para os EUA pouco antes da posse de Lula. Este kit foi visto em um site de leilões de Nova York, mas não foi vendido.
A Polícia Federal, em sua incansável busca pela verdade, deflagrou uma operação investigando a venda desses presentes. Diversos envolvidos, incluindo o próprio Cid e seu pai, foram alvos de mandados de busca e apreensão.
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