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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter a prisão preventiva de Domingos Inácio Brazão, acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A revisão da custódia, realizada a cada 90 dias, resultou na confirmação da medida, com Moraes destacando o “poderio econômico” do réu e suas “redes ilícitas” no Rio como fatores de risco.
Em decisão categórica, o relator do caso afirmou que a liberdade de Brazão ameaçaria a ordem pública e a instrução criminal, devido à gravidade dos crimes. “É evidente a necessidade de manutenção da custódia cautelar”, escreveu o ministro, sustentando que os motivos da prisão seguem válidos.
O processo que investiga os mandantes do crime que chocou o país tem data para ser julgado no STF. A Primeira Turma, presidida pelo ministro Flávio Dino, analisará o caso nos dias 24 e 25 de fevereiro, atendendo a um pedido do próprio Alexandre de Moraes. Todos os acusados permanecem presos, respondendo por homicídio qualificado e associação criminosa.
Além de Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, a ação penal inclui seu irmão, o ex-deputado Chiquinho Brazão, o ex-delegado Rivaldo Barbosa e outros dois acusados. A denúncia, já aceita pela Corte, detalha a articulação do atentado que matou Marielle e Anderson e tentou contra a vida da assessora Fernanda Gonçalves, em um crime que expôs as entranhas do poder e do crime organizado no Rio de Janeiro.
Com informações do Brasil247
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