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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a soberania do Brasil, pregou solidariedade a Cuba e à Venezuela e exaltou a parceria com a China durante o encerramento das celebrações dos 46 anos do PT, em Salvador. Em críticas direcionadas à pressão internacional, especialmente do governo dos Estados Unidos, Lula afirmou que o Brasil é "solidário ao povo cubano que é vítima de um massacre de especulação dos EUA" e defendeu que o problema da Venezuela "tem que ser resolvido pelo povo da Venezuela e não pelo Trump". O presidente também denunciou a pressão contra a cooperação com a China no setor de terras raras, declarando ser "muito grato à parceria que temos com a China, porque é uma parceria exitosa e respeitosa".
Em tom de combate às vésperas do período eleitoral, Lula declarou que sua fase "paz e amor" chegou ao fim e que começa agora uma "guerra" entre a verdade e a mentira, pedindo preparo à militância partidária. Em um momento de autocrítica, o presidente pediu que os militantes lessem o manifesto do PT e alertou para que o partido não entre em decadência, como ocorre com algumas siglas de direita.
O discurso reforçou os eixos da política externa brasileira sob sua gestão, marcada pela reafirmação da soberania e pelo fortalecimento de parcerias estratégicas com países do Sul global, posicionando-se contra o que classifica como tentativas de interferência externa.
Com informações do Brasil247
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