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Uma disputa judicial na justiça israelense revelou uma mudança drástica na política do governo chinês em relação a Israel. De acordo com informações obtidas pela Press TV Hebrew, Pequim passou a vetar a realização de novos investimentos no país, classificando-o como uma área de "alto risco" desde o início da guerra contra a Faixa de Gaza. A constatação surgiu a partir de uma ação movida pelo Kibutz Hanita contra o fundo de investimentos chinês Ballet Vision, que detém 80% das ações da fabricante de implantes oculares Hanita Lenses. O kibutz exige que o fundo exerça uma opção de compra dos 20% restantes da empresa por 11 milhões de dólares.
Em sua defesa judicial, o fundo chinês alegou a existência de uma "restrição externa substancial" que impede a concretização da compra. Rachel Liu, diretora do fundo e CEO da Hanita Lenses, foi explícita ao declarar que "desde o início da guerra, o governo chinês classificou Israel como uma área de alto risco (categoria vermelha) e proíbe qualquer novo investimento chinês no país". Segundo ela, enquanto essa restrição permanecer em vigor, a realização da transação torna-se inviável. A medida ocorre em um contexto de crescente pressão internacional sobre Israel, que enfrenta um processo por genocídio na Corte Internacional de Justiça devido à sua ofensiva militar em Gaza, e reflete o alinhamento de Pequim com uma postura crítica às ações israelenses.
Com informações da Press TV Hebrew.
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