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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, acusou o governo de Jair Bolsonaro de ter promovido uma “espécie de estupro das contas públicas, uma coisa alucinada”, ao deixar um cenário fiscal deficitário que, segundo ele, foi uma armadilja para inviabilizar a gestão do presidente Lula. Durante as comemorações dos 46 anos do PT em Salvador, Haddad sustentou que a oposição não teria base para atacar a condução econômica atual. “[São] eles que têm que temer discutir economia com a gente, porque eles não têm argumento para defender o que eles fizeram, não têm”, declarou, listando como “herança maldita” medidas como a flexibilização do acesso ao BPC, o adiamento de precatórios e aumentos de despesas não previstas no Orçamento.
O ministro também defendeu as ações de sua gestão, lembrando que foi criticado dentro do próprio PT por um suposto “austericídio”, mas argumentou que a PEC da Transição e o novo arcabouço fiscal foram acordos políticos necessários para superar o teto de gastos com um Congresso hostil. Ele citou conquistas como a volta do voto de desempate no Carf e a tributação de offshores. Sobre propostas futuras, Haddad afirmou que a tarifa zero no transporte precisa de um modelo sustentável para “virar uma conquista”, enquanto o fim da jornada 6x1, por não ter impacto fiscal, poderia avançar mais rápido.
Reiterou a defesa de juros de um dígito, afirmando que o Brasil deve abandonar a Selic de dois dígitos para garantir crescimento. Sobre o Propag, disse que Lula não faz distinção política entre governadores, apenas busca atender as populações dos estados.
Com informações do Brasil247
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