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O Brasil reafirmou sua soberania energética e o papel estratégico da Petrobras ao registrar, em janeiro de 2026, o maior volume de exportação de petróleo em quase três anos. Impulsionado pela política de expansão do governo Lula, o país exportou 10,57 milhões de toneladas, um salto de 13,3% em relação ao ano anterior. Esse resultado é fruto direto da entrada em operação de quatro novas plataformas gigantes no pré-sal durante 2025, consolidando o Brasil como a locomotiva da produção petrolífera na América Latina.
A estratégia de fortalecer a produção nacional, especialmente nos campos de Búzios e Mero, permitiu que o país batesse recordes sucessivos. Em 2025, a produção média já havia alcançado a marca histórica de 3,77 milhões de barris por dia. Agora, com o início das operações de ativos importantes da Petrobras e da parceira Equinor no campo de Bacalhau, a previsão da consultoria Rystad Energy é que o Brasil rompa a barreira dos 4,2 milhões de barris por dia ainda este ano, garantindo recursos fundamentais para o desenvolvimento social.
Apesar do aumento expressivo no volume exportado, a receita apresentou uma queda de 7,8%, somando US$ 4,3 bilhões. Esse recuo deve-se à flutuação dos preços internacionais da commodity, que sofreu uma deflação de 18,6% no período. No entanto, a robustez da produção brasileira compensa a volatilidade do mercado externo, mantendo o petróleo como o principal item da nossa pauta exportadora e um pilar de estabilidade para a balança comercial.
O sucesso do pré-sal, que continua entregando resultados acima das expectativas, é um desmentido prático às políticas de desmonte do passado. Com o foco voltado para a transição energética justa e o financiamento de políticas públicas através dos dividendos e royalties do petróleo, o Brasil inicia 2026 em uma posição de destaque global. O volume exportado em janeiro só é superado pelo recorde de março de 2023, provando que a curva de crescimento é sólida e sustentável sob a atual gestão.
Com o controle estatal fortalecido e investimentos estratégicos na Bacia de Santos, o país se prepara para um ano de liderança absoluta no setor. A entrada das novas unidades de produção não apenas garante o abastecimento interno, mas gera o excedente necessário para financiar a inovação e a infraestrutura que o povo brasileiro tanto necessita. Enquanto os opositores do desenvolvimento nacional apostavam no fracasso da Petrobras, os dados da Secex e da ANP confirmam a vitória da soberania brasileira.
Com informações do G1
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