CPMI do INSS avança para quebrar sigilo de Flávio Bolsonaro por elo com esquema do Banco Master

Portal Plantão Brasil
5/2/2026 13:04

CPMI do INSS avança para quebrar sigilo de Flávio Bolsonaro por elo com esquema do Banco Master

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A máscara do Banco Master começou a cair e o rastro de destruição deixado contra os aposentados brasileiros está finalmente sendo exposto. Nesta quinta-feira, a CPI do INSS deu um passo decisivo para desmantelar o esquema que pode ter fraudado mais de 250 mil contratos de empréstimo consignado. Enquanto o presidente do instituto, Gilberto Waller Júnior, prestava depoimento sobre a farra dos descontos indevidos, o cerco se fechava contra o senador Flávio Bolsonaro, cuja ligação com os operadores desse verdadeiro assalto aos idosos está na mira dos investigadores.

A pressão governista no colegiado é total para quebrar os sigilos bancário e fiscal do filho do ex-presidente. O motivo é escandaloso: a suspeita de uma conexão direta entre o "01" e Antonio Carlos Antunes, o famigerado “careca do INSS”, que atualmente está preso e é apontado como o cérebro das fraudes. Para os apoiadores do governo Lula, a devassa nas contas de Flávio é essencial para entender se o dinheiro suado dos pensionistas serviu para alimentar o padrão de vida luxuoso da prole bolsonarista, que sempre tratou a máquina pública como um negócio de família.

Enquanto isso, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, conseguiu um respiro temporário. Seu depoimento, inicialmente marcado para hoje, foi adiado para o dia 26 de fevereiro após uma manobra jurídica e uma reunião estratégica com o ministro Dias Toffoli. Mas o senador Carlos Viana já avisou: se o banqueiro tentar fugir da raia novamente, a condução coercitiva será inevitável. O recado é claro: não haverá blindagem do STF ou de parlamentares da extrema direita que impeça a CPI de descobrir como um banco emitiu quase R$ 1 bilhão em títulos previdenciários sob forte suspeita de irregularidade.

O embate no Congresso antecipa o clima de guerra eleitoral. De um lado, o bolsonarismo tenta transformar a CPI em palanque para 2026; do outro, a base aliada de Lula exige que cada centavo roubado dos aposentados seja rastreado. A investigação revela que o esquema utilizava empresas de fachada e operações sem qualquer comprovação bancária real para lesar milhares de famílias humildes. A "arma" da bandeira do Brasil, tão usada pelos golpistas, parece ter servido apenas para esconder as mãos de quem operava esse duto de corrupção no sistema financeiro.

A reta final da CPI promete ser implacável. Com a quebra de sigilos do Banco Master e a análise de 101 pessoas e entidades ligadas ao esquema, a rede de proteção que mantinha o "careca do INSS" e seus sócios intocáveis está derretendo. O povo brasileiro exige saber quem pagou a conta da mansão em Brasília e se houve repasses de propina disfarçados de consultorias jurídicas que nunca existiram. A era da impunidade para os "donos do poder" que se locupletaram às custas do Estado está chegando ao fim sob o rigor da lei e da transparência.

Com a retomada dos trabalhos legislativos, o governo Lula foca na proteção social e no fortalecimento das instituições, enquanto os remanescentes do bolsonarismo lutam para não serem engolidos pelos próprios crimes. A CPI do INSS não é apenas uma investigação sobre bancos; é a prova de que, no atual governo, o Estado trabalha para o cidadão e não para alimentar offshores em paraísos fiscais. O desfecho dessa comissão será o marco da libertação dos aposentados das mãos de quadrilhas que agiam livremente sob as sombras do governo anterior.

Com informações do DCM

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