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Forças israelenses lançaram novos ataques aéreos na Faixa de Gaza neste domingo (15), matando pelo menos 11 palestinos, segundo autoridades locais. Entre as vítimas estão quatro pessoas em um acampamento de tendas que abrigava famílias deslocadas, cinco em Khan Younis, no sul, e uma pessoa morta a tiros no norte do enclave. Os bombardeios também atingiram um suposto comandante da Jihad Islâmica na Cidade de Gaza. O porta-voz do Hamas, Hazem Qassem, classificou a ação como um "massacre" contra deslocados e uma grave violação do cessar-fogo em vigor, dias antes da primeira reunião do Conselho de Paz proposto por Donald Trump.
O governo israelense afirmou que os ataques são uma resposta a violações do acordo pelo Hamas, incluindo a movimentação de militantes armados na chamada "Linha Amarela" que demarca áreas controladas por cada lado. Um oficial militar israelense declarou que as ações foram "precisas" e em conformidade com o direito internacional, acusando o grupo palestino de "violar sistematicamente" o cessar-fogo com a intenção de atacar tropas. Israel avançou unilateralmente a linha de demarcação para dentro de Gaza, contrariando o acordo que prevê sua retirada, e exige que o Hamas deponha as armas.
O Ministério da Saúde de Gaza informou que pelo menos 600 palestinos foram mortos por disparos israelenses desde o início da trégua, enquanto Israel contabiliza quatro soldados mortos no mesmo período.
Com informações da Reuters
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