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O Brasil vive um momento de euforia econômica que desmonta qualquer narrativa pessimista da oposição. Nesta terça-feira (24), o Ibovespa rompeu a barreira dos 191 mil pontos, caminhando a passos largos para um novo recorde histórico com alta de 1,28%. No sentido oposto, o dólar inverteu o sinal e passou a cair, cotado na casa dos R$ 5,15. Esses números são o reflexo direto de um país que recuperou a credibilidade internacional e a estabilidade interna, acumulando uma valorização da bolsa superior a 17% apenas neste início de 2026, deixando para trás o rastro de incertezas do bolsonarismo.
Um passo histórico para a soberania econômica foi dado com a aprovação, na representação brasileira do Parlamento do Mercosul, do acordo de livre comércio com a União Europeia. O tratado, que se arrastava há 25 anos sem solução, finalmente avança para o Plenário da Câmara com o apoio de lideranças como Hugo Motta (Republicanos-PB). A criação da maior zona de livre comércio do mundo dará ao Brasil condições inéditas para proteger e expandir seus setores produtivos, isolando as tentativas de boicote externo e fortalecendo a indústria nacional em um mercado global cada vez mais competitivo.
Enquanto o Brasil avança, os Estados Unidos mergulham na confusão administrativa típica da gestão de Donald Trump. Após ser humilhado pela Suprema Corte, que derrubou suas tarifas unilaterais, Trump iniciou a terça-feira aplicando uma taxa de 10%, recuando dos 15% que havia prometido no calor das redes sociais. Essa instabilidade gera incerteza global, mas o Brasil se mostra resiliente. Apesar de o aço e o alumínio brasileiros ainda enfrentarem barreiras pesadas impostas pelo protecionismo americano, a diversificação de nossos parceiros comerciais garante que o país não seja mais refém dos humores de Washington.
Os indicadores domésticos confirmam a rota de crescimento sustentável. O déficit nas transações correntes caiu significativamente em janeiro de 2026, fechando em US$ 8,4 bilhões contra os US$ 9,8 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. Essa melhora no balanço de pagamentos, somada à desinflação e à valorização do real, cria o cenário perfeito para que o Banco Central inicie a queda dos juros. O mercado financeiro já ajusta suas expectativas, reconhecendo que a gestão econômica atual entrega resultados concretos onde antes só havia promessas vazias e ataques às instituições.
No campo político e ético, o país segue em processo de limpeza. A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado ouve nesta terça-feira esclarecimentos sobre as investigações envolvendo o Banco Master, garantindo que o sistema financeiro não seja utilizado para esquemas obscuros. Essa vigilância constante, aliada ao fortalecimento dos órgãos de controle, é o que garante que o crescimento econômico atual não seja uma bolha, mas sim uma construção sólida baseada na transparência e no respeito à coisa pública, marcas indeléveis do governo Lula.
Em meio ao caos internacional provocado pelos discursos do Federal Reserve e pelas incertezas de Trump, que fará hoje o discurso do Estado da União sob forte pressão, o Brasil se destaca como um porto seguro. A combinação de avanço diplomático com o Mercosul, recordes na bolsa e redução de déficits mostra que o país voltou a ser protagonista. O Brasil de 2026 não apenas resiste às crises externas, mas aproveita as brechas deixadas pelas potências em crise para se firmar como a grande locomotiva econômica do Hemisfério Sul.
Com informações do G1
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