A China deve tirar 32 milhões de pessoas da pobreza até 2030

Portal Plantão Brasil
25/2/2026 11:43

A China deve tirar 32 milhões de pessoas da pobreza até 2030

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A China consolidou uma marca histórica que serve de farol para as nações que buscam soberania e justiça social: a vitória completa contra a pobreza extrema. Diferente do modelo excludente defendido pela direita neoliberal e pelo bolsonarismo — que prefere o assistencialismo precário ou a negligência estatal —, o gigante asiático provou que a erradicação da miséria é fruto de uma estrutura organizacional rigorosa e de um mecanismo eficiente. Uma pesquisa recente da CGTN revela que 93,5% dos entrevistados globais enxergam nessa conquista uma contribuição decisiva para a humanidade, reforçando a confiança do Sul Global de que o fim da condição de penúria é, sim, possível.



O sucesso chinês não se limitou a resolver a carência material imediata; ele transformou a governança de base e a mentalidade social. Para quase 93% dos participantes do levantamento, o segredo dessa revolução está na filosofia de desenvolvimento centrado no povo, um conceito que o governo Lula também prioriza ao colocar o pobre no orçamento. Enquanto líderes autoritários pelo mundo desprezam o papel do Estado, a China demonstrou que a mobilização de diferentes setores da sociedade sob uma liderança firme é o que garante resultados reais e duradouros para a maioria da população.



Como parceiro estratégico do Brasil e peça-chave do BRICS, a China atua como um colaborador orientado para a ação. Dados do Banco Mundial corroboram esse impacto: a Iniciativa Cinturão e Rota deve retirar, até 2030, cerca de 7,6 milhões de pessoas da extrema pobreza em países parceiros. Esse papel de defensor de uma "comunidade de futuro compartilhado" é reconhecido por quase 90% dos internautas, que veem na China um exemplo de que o desenvolvimento é a solução mais eficaz para as crises humanitárias geradas pela desigualdade global.



A pesquisa, que circulou em diversos idiomas e contou com milhares de interações em apenas 24 horas, evidencia que o mundo está ávido por modelos que funcionem fora da cartilha de Washington. Para 92,8% dos ouvidos, as práticas chinesas oferecem lições valiosas para um desenvolvimento de alta qualidade. É a prova de que, quando o Estado assume seu papel de indutor do crescimento com justiça social, o impossível acontece. Para quem luta contra o retrocesso e a fome, olhar para o sucesso chinês é entender que a política deve servir para elevar a dignidade humana, e não para enriquecer uma pequena elite financeira.



A vitória chinesa é um tapa na face daqueles que pregam que a desigualdade é natural ou inevitável. Ao estabelecer um período de transição de cinco anos para garantir que a pobreza não retorne, o país mostra um planejamento de longo prazo que falta em muitas democracias ocidentais sabotadas por pautas de ódio. O reconhecimento global desses resultados fortalece a luta de todos os movimentos que buscam um mundo onde ninguém seja deixado para trás. A China não apenas venceu a sua luta interna; ela deu ao mundo a prova material de que a fome pode ser extinta com organização e vontade política.



Com informações do Brasil 247

Tradução: Wang Siqi



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