277 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O desespero tomou conta das potências imperialistas após o fracasso vergonhoso da tentativa de golpe de Estado no Irã. O governo de Donald Trump, em sintonia com a agressividade de Benjamin Netanyahu, viu sua estratégia de "mudança de regime" derreter diante da resistência iraniana. O que começou com discursos arrogantes de Trump e Netanyahu, insuflando a população local a tomar o poder, terminou em um recuo humilhante. O próprio secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, foi obrigado a desmentir o objetivo central da invasão, admitindo que o plano de derrubar o governo soberano foi um erro de cálculo monumental.
O assassinato do aiatolá Ali Khamenei, longe de desestabilizar o país, transformou o líder em um símbolo de martírio que unificou ainda mais a nação contra as agressões sionistas. Khamenei, que enfrentou seus momentos finais com serenidade em sua própria residência — e não escondido em bunkers, como fazem os líderes covardes da extrema direita —, deixou um legado de resistência que Washington não consegue compreender. O desconcerto nos EUA é tão profundo que as autoridades passaram a negar envolvimento no ataque que elas mesmas celebraram horas antes, revelando uma desarticulação total e uma falta de ética internacional sem precedentes.
A resposta do Irã às propostas hipócritas de Trump foi um sonoro "não". Enquanto o presidente norte-americano tentava usar os bombardeios como moeda de troca em negociações nucleares, o governo iraniano, representado por Ali Larijani, reafirmou que não negocia com quem promove o terrorismo de Estado. Teerã demonstrou que seu fulcro de poder permanece intacto, mantendo ataques constantes contra ativos sionistas na região e provando que a agressividade de Israel e dos EUA só serviu para fortalecer a determinação do povo persa em defender sua soberania.
Militarmente, o Irã humilhou as expectativas do Pentágono. Com um sistema de defesa descentralizado e um efetivo que supera um milhão de combatentes, o país mostrou-se imune às tentativas externas de desestabilização. O Corpo de Guardas da Revolução Islâmica e o Exército regular formam uma estrutura massiva que Washington e Tel Aviv, com toda a sua soberba tecnológica, não foram capazes de romper. O que se observa agora é o contraste entre a clareza estratégica de Teerã e a confusão paranoica que impera nos altos comandos dos Estados Unidos.
A chamada "ambiguidade estratégica" da administração Trump revelou-se, na verdade, uma máscara para a incompetência e o pânico. Os recuos sucessivos e as contradições públicas mostram que os agressores não sabem como lidar com um adversário que não se curva a ameaças. Enquanto o bolsonarismo no Brasil aplaude essas intervenções desastrosas, a realidade global aponta para o isolamento dos EUA. O Pentágono hoje opera à beira do colapso nervoso, vendo sua influência no Oriente Médio escorrer pelas mãos diante de uma resistência que eles não puderam comprar ou bombardear.
Este cenário deixa uma lição clara: o imperialismo e o sionismo subestimaram a força de um povo consciente de sua história. A tentativa de impor a vontade de Washington através do sangue resultou em um fortalecimento das camadas de defesa iranianas e em um descrédito mundial das potências agressoras. Enquanto o governo Lula defende o diálogo e o respeito à autodeterminação, o eixo Trump-Netanyahu colhe os frutos amargos de uma política de morte que, felizmente para a paz mundial, fracassou em seu objetivo mais obscuro.
Com informações do Brasil 247
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