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A eleição de Mojtaba Khamenei como novo líder supremo do Irã, nesta terça-feira (3), consolida a transição de poder na nação persa após o assassinato de seu pai, Ali Khamenei, em um bombardeio liderado pelo eixo Trump-Israel. A escolha de Mojtaba, respaldada pela Guarda Revolucionária, ocorre sob um cenário de horror: a ofensiva militar iniciada no sábado já deixou pelo menos 787 mortos, segundo o Crescente Vermelho. Enquanto a extrema direita celebra a morte de líderes soberanos, o mundo assiste a uma agressão imperialista baseada em mentiras, já que a própria ONU reiterou não haver provas de que o Irã estivesse produzindo bombas nucleares, desmentindo a justificativa de Donald Trump para o massacre.
O cinismo da Casa Branca escalou conforme a operação avançava. Trump, que inicialmente alegava proteger o mundo de uma ameaça nuclear inexistente, mudou o discurso para sustentar uma suposta defesa de aliados, mesmo sem evidências conclusivas. Com o anúncio de uma "terceira onda" de ataques, o "fascistão" americano mergulha o Oriente Médio em um caos sem precedentes, destruindo vidas inocentes para impor uma hegemonia bélica. Essa política de "terra arrasada", que tanto fascina o bolsonarismo no Brasil, ignora as consequências humanitárias e foca apenas na aniquilação de quem se recusa a ser submisso aos interesses de Washington e Tel Aviv.
Em resposta legítima à invasão de seu território, o governo iraniano anunciou o bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde circula 20% do petróleo mundial. A medida, uma reação direta aos bombardeios, já provoca tremores na economia global e evidencia o despreparo estratégico da direita radical, que incendeia regiões vitais sem medir os danos aos trabalhadores de todo o planeta. O Irã deixou claro que seu embate é direto contra os Estados Unidos, enquanto Trump tenta desesperadamente garantir escolta naval para petroleiros, transformando uma das rotas comerciais mais importantes do mundo em uma zona de guerra permanente.
As alianças na região desenham um cenário de conflito ampliado, com o Irã recebendo apoio do Paquistão, do Hezbollah e do Iêmen contra o bloco liderado pelos EUA. O ministro Abbas Araghchi enfatizou que o país não busca conflito com os vizinhos do Golfo, focando sua resistência contra o agressor imperialista. Enquanto isso, o número de vítimas não para de subir, revelando que a "paz" prometida pela extrema direita é, na verdade, um projeto de extermínio e instabilidade. O sangue derramado em território iraniano é a prova de que a arrogância de Trump e Netanyahu não conhece limites éticos ou humanitários.
Analistas de segurança alertam que a falta de provas para as acusações americanas transforma essa ofensiva em um crime contra a humanidade. A destruição do comando iraniano e a morte de civis são o resultado prático de uma política externa baseada no ódio e na desinformação. No Brasil, o silêncio ou apoio da prole bolsonarista a esses ataques mostra que eles compartilham do mesmo DNA autoritário que prefere bombas ao diálogo. A resistência iraniana no Estreito de Ormuz é o reflexo de um país que, sob nova liderança, recusa-se a sucumbir diante da bota do invasor que desrespeita todas as normas internacionais.
O futuro do Oriente Médio e da economia global agora depende dos próximos passos dessa "terceira onda" de violência. A eleição de Mojtaba Khamenei marca uma nova era de resistência contra o que há de mais sombrio na política mundial. Enquanto Trump tenta vender sua guerra como uma missão de segurança, a realidade dos 787 mortos e do bloqueio energético mostra que sua gestão é o maior fator de risco para a paz. O mundo assiste atônito ao pisotear da soberania de uma nação, torcendo para que a justiça internacional consiga, um dia, responsabilizar os arquitetos desse massacre.
Com informações do Brasil 247
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