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A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, usou as redes sociais para celebrar um resultado que enche de orgulho o campo progressista e mostra que o governo Lula leva a sério a proteção das mulheres brasileiras. Em apenas duas semanas, as operações integradas Mulher Segura e Alerta Lilás resultaram na prisão de 4.936 agressores em todo o país, incluindo 24 suspeitos de feminicídio — 15 deles capturados em flagrante, provando que a máquina pública está cada vez mais ágil para responder à barbárie.
A Operação Mulher Segura mobilizou um verdadeiro exército de 38 mil agentes de segurança em mais de 2 mil municípios, com um investimento federal de R$ 2,6 milhões em diárias para policiais. Foram 3.199 prisões em flagrante e 1.737 detenções por mandados judiciais ou descumprimento de medidas protetivas. Os números escancaram a eficácia de uma política que integra governo federal, estados e forças policiais num esforço conjunto para tirar de circulação aqueles que acham que podem agredir, estuprar e matar mulheres impunemente.
Já a Operação Alerta Lilás, conduzida pela Polícia Rodoviária Federal ao longo de 24 dias, mostrou como a tecnologia pode ser aliada na captura de criminosos em fuga. Foram 302 prisões, incluindo três casos de feminicídio. O diretor-geral da PRF, Antônio Fernando Oliveira, explicou a estratégia: cruzar dados do Banco Nacional de Mandados de Prisão com registros de deslocamento de veículos em rodovias. Resultado: agressores que achavam que poderiam escapar pelo asfalto foram parar atrás das grades, como o homem preso em Sumaré por esfaquear a ex-companheira e a filha de três anos.
Além das prisões, as operações concederam mais de 18 mil medidas protetivas, garantindo que vítimas tenham o Estado ao seu lado para manter agressores afastados. Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo lideram os flagrantes, enquanto Distrito Federal, Santa Catarina e Rio de Janeiro mais cumpriram mandados. Gleisi foi taxativa ao comentar os resultados: "vamos seguir firmes em defesa da vida das mulheres e meninas do Brasil". O recado está dado: no governo Lula, quem bate em mulher vai para a cadeia.
Em apenas duas semanas, operações conjuntas do Ministério da Justiça, secretarias estaduais de segurança e Polícia Rodoviária Federal fizeram 4.936 prisões por violência contra mulheres e meninas, descumprimento de medidas protetivas e acusados de feminicídio em todo o país. As…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) March 6, 2026