324 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O mundo está em choque com o nível de crueldade da ofensiva militar liderada pelos Estados Unidos. Na última segunda-feira (9), um ataque brutal contra uma escola primária no Irã resultou na morte de pelo menos 192 pessoas, entre estudantes inocentes e professores. Diante do massacre, a agência de notícias Tasnim divulgou um vídeo contundente que responsabiliza diretamente o governo de Donald Trump. Na animação, o líder da extrema-direita americana aparece apertando o botão que lança o míssil contra a instituição de ensino, deixando para trás apenas escombros, mochilas e sapatos infantis espalhados — o retrato fiel do rastro de sangue deixado pelo imperialismo.
Enquanto o Ministério da Educação do Irã chora seus mortos, a resposta diplomática de Trump foi marcada pelo cinismo habitual. O presidente dos EUA tentou se esquivar da responsabilidade, afirmando que outros países poderiam ter usado armamentos semelhantes, ignorando as evidências que apontam para a autoria americana e israelense. Essa tática de "mentir para esconder crimes de guerra" é bem conhecida pelos brasileiros que sofreram com a desinformação bolsonarista, aliada fiel desse projeto de destruição que agora mira crianças em solo estrangeiro.
O vídeo divulgado no Telegram projeta uma reação militar massiva do Irã contra os agressores e seus cúmplices. A animação detalha ataques a bases britânicas e americanas espalhadas pelo Oriente Médio, além de atingir o coração de Israel, com mísseis direcionados a Tel Aviv e ao aeroporto Ben Gurion. A peça mostra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu fugindo por túneis, expondo a covardia daqueles que ordenam ataques aéreos contra civis mas não têm coragem de enfrentar as consequências de seus atos de terror.
A produção termina com imagens fortes que simbolizam o custo da guerra para os invasores. Caixões de soldados americanos são vistos sendo repatriados, enquanto o porta-aviões USS Gerald R. Ford, símbolo do poderio bélico dos EUA, é atingido. Além da resposta militar, o Irã sinaliza o controle do Estreito de Ormuz, afetando a economia global e fazendo chorar os economistas que priorizam o lucro sobre a vida humana. O aumento do preço do petróleo é apresentado como uma consequência direta da sede de sangue de Trump e seus aliados.
O massacre na escola iraniana não pode ser esquecido nem relativizado. O governo Lula, sempre pautado pela defesa da paz e dos direitos humanos, observa com preocupação a escalada de violência promovida por líderes que desprezam a vida alheia. A resistência iraniana, através dessa denúncia visual, deixa claro que o tempo da impunidade para as potências colonizadoras está chegando ao fim. O sangue das crianças mortas em nome de interesses geopolíticos clama por justiça em todos os fóruns internacionais.
Essa tragédia reforça a necessidade urgente de uma governança global que impeça tiranos de usar a tecnologia militar para o genocídio. Enquanto a extrema-direita celebra a força bruta, o campo progressista se solidariza com as vítimas e reafirma: nenhuma bandeira, seja americana ou israelense, justifica o bombardeio de uma escola. A verdade sobre o que aconteceu na última segunda-feira precisa ser exposta para que o mundo saiba quem são os verdadeiros inimigos da paz e da infância.
Assista ao vídeo: