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A deputada federal e pré-candidata ao Senado, Gleisi Hoffmann (PT-PR), subiu o tom nesta terça-feira (5) contra o governo de extrema-direita de Israel, classificando a prisão do ativista Thiago Ávila como uma agressão arbitrária com a "assinatura de Benjamin Netanyahu". Ávila, que integrava a flotilha humanitária Global Sumud em solidariedade ao povo palestino, foi interceptado por militares israelenses em águas internacionais, longe de qualquer zona de conflito legal, o que configura um crime flagrante contra as normas globais e o direito à livre navegação.
Gleisi enfatizou que o governo do presidente Lula não está inerte diante da violência contra cidadãos brasileiros. Em uma frente diplomática coordenada com a Espanha, que também sofreu com a detenção de um de seus nacionais, o Brasil exige a libertação imediata e garantias de integridade para os militantes. Para a parlamentar, a ação de Israel não é um fato isolado, mas parte de uma estratégia de intimidação contra a ajuda humanitária e uma tentativa de silenciar aqueles que denunciam o genocídio em curso na Faixa de Gaza desde 2023.
O episódio, que ocorreu nas proximidades da Grécia, envolveu o sequestro de quatro brasileiros engajados em levar suprimentos básicos para uma população cercada e bombardeada. A interceptação violenta repete o padrão de abuso já visto anteriormente, como na detenção da ativista Greta Thunberg em missão similar. A voz de Gleisi Hoffmann ecoa a indignação do campo progressista, reforçando que o governo federal atuará com soberania para impedir que o arbítrio de Netanyahu continue a violar os direitos de brasileiros que lutam pela paz e pela sobrevivência do povo palestino.
Com informações do Brasil247
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