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formalmente o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, pelo crime de calúnia contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. A acusação, protocolada junto ao Superior Tribunal de Justiça, aponta que o político do partido NOVO ultrapassou todos os limites da legalidade ao divulgar um vídeo nas redes sociais utilizando fantoches para atacar e difamar membros da Suprema Corte. Na produção de baixo nível, batizada ironicamente de "Os Intocáveis", Zema utilizou bonecos para simular diálogos criminosos envolvendo Gilmar Mendes e o ministro Dias Toffoli.
Diante da gravidade das ofensas e do amplo alcance das publicações nas redes, a PGR não apenas imputou o crime de calúnia em modalidade majorada, mas também exigiu uma punição financeira exemplar. O órgão solicitou à Justiça a fixação de uma indenização mínima de 100 salários mínimos por danos morais, um valor considerado compatível com a extensão da ofensa pública e o impacto negativo gerado contra a imagem do magistrado, deixando aberta a possibilidade de cobranças complementares no âmbito civil.
A postura agressiva de Romeu Zema faz parte de uma estratégia desesperada para tentar inflar sua pré-candidatura à Presidência da República junto ao eleitorado mais radicalizado. Nos últimos meses, o mineiro vinha colecionando embates públicos com o Judiciário e chegou a defender abertamente, em vídeos anteriores, a prisão ilegal de ministros do STF. Agora, ao tentar transformar o debate político em um teatro de fantoches difamatório, Zema colhe o isolamento político e terá de responder judicialmente pelos ataques desferidos contra a ordem democrática.
Com informações do Metrópoles
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