378 visitas - Fonte: PlantaoBrasil
O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder do governo do presidente Lula na Câmara dos Deputados ironizou com veemência o isolamento político e moral da bancada reacionária que tentou, sem sucesso, manter o regime de exploração laboral no Brasil. O chefe da pasta manifestou-se logo após a acachapante vitória da classe trabalhadora na Câmara dos Deputados, onde a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a jornada 6x1 foi aprovada por esmagadora maioria. Pimenta destacou o tamanho do fiasco da extrema direita, que conseguiu reunir apenas 22 votos contrários em um universo de mais de 500 parlamentares, expondo a rejeição total do país ao projeto de precarização da vida do povo.
Em suas declarações, o deputado enfatizou que o posicionamento dessa minoria barulhenta e cruel não causa surpresa, pois reflete o DNA histórico de um grupo político que sempre vota contra os direitos sociais e trabalhistas da população brasileira.
A vergonhosa resistência ao projeto foi encabeçada justamente pelo núcleo duro do Partido Liberal (PL), a legenda que serve de abrigo para a extrema direita outrora coordenada por Jair Bolsonaro — que hoje está condenado pela Justiça a 27 anos e 3 meses de prisão. Os parlamentares alinhados à prole do condenado tentaram manobrar até o último minuto para esvaziar o plenário e sabotar a votação, mas acabaram desmascarados diante do painel eletrônico. Para a base governista, o placar humilhante imposto aos bolsonaristas sela a falência de suas narrativas de terrorismo econômico.
A mudança histórica nas regras de jornada, que estabelece o limite de 40 horas semanais e o descanso obrigatório de dois dias, conta com o respaldo técnico do atual ministro da Fazenda, Dario Durigan. A equipe econômica do governo Lula já sinalizou que a garantia de mais tempo livre para o trabalhador se reverte em aumento real de produtividade, refutando as mentiras propagadas pelos 22 deputados do atraso que tentaram associar o direito ao descanso com a quebra das empresas nacionais.
Com o texto aprovado de forma definitiva na Câmara, a matéria segue com força total para o Senado Federal, onde a liderança do Partido dos Trabalhadores (PT) articula uma tramitação célere para consolidar o avanço civilizatório. O clima na Esplanada dos Ministérios é de comemoração pela capacidade de mobilização popular que emparedou a oposição reacionária e forçou até mesmo partidos de centro a abandonarem as teses de exploração patronal. O campo progressista pretende fixar os nomes dos 22 traidores da pauta trabalhista para que a sociedade civil dê a resposta cabível nas urnas.
O desfecho dessa votação emblemática enterra as pretensões de poder da extrema direita, que assiste ao esvaziamento completo de sua influência legislativa diante da agenda popular e republicana do Palácio do Planalto. Encurralados pelas investigações criminais que sufocam suas lideranças e desprovidos de qualquer conexão com os anseios do povo trabalhador, os defensores do retrocesso marcham para a total irrelevância política. A vitória da PEC da jornada semanal desenha um novo horizonte econômico para o país, pautado indissociavelmente na justiça social e na dignidade humana.
Assista ao vídeo:
“O 22 foi derrotado mais uma vez”, disse Paulo Pimenta ao ironizar o placar da votação da PEC do fim da escala 6x1: 472 votos favoráveis e 22 contrários.
— Congresso em Foco (@congressoemfoco) May 28, 2026
O senador chamou o resultado de “vitória da classe trabalhadora”. pic.twitter.com/k1RLBT4wSw