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O ex-deputado Eduardo Bolsonaro voltou a envergonhar o país ao utilizar o solo dos Estados Unidos como base para articular novas conspirações contra as instituições democráticas e a soberania do Brasil. Em mais uma viagem internacional financiada por setores da extrema direita global, o filho do ex-presidente condenado desferiu ataques graves contra o sistema de justiça brasileiro e fez ameaças explícitas de que "há mais por vir", sugerindo uma coordenação com forças estrangeiras para tentar emparedar o governo progressista e o Judiciário nacional.
A conduta antipatriótica do cassado evidencia a tática contínua do clã Bolsonaro de buscar apoio no exterior para compensar a perda de poder e o isolamento político que sofrem dentro do próprio país. Eduardo Bolsonaro tem se reunido sistematicamente com parlamentares e influenciadores do extremismo estadunidense tentando construir uma narrativa falsa de que o Brasil vive sob uma ditadura judicial. O objetivo real dessa campanha de difamação internacional é forçar sanções ou pressões diplomáticas externas que fragilizem a estabilidade do governo democrático do presidente Lula.
As ameaças proferidas pelo filho do líder da extrema direita condenado pela Justiça Federal mostram que os setores golpistas não aceitaram a derrota nas urnas e continuam empenhados em sabotar a imagem internacional do Brasil.
Diferente do cenário de subserviência pregado pela prole criminosa, o governo federal trabalha com altivez e responsabilidade para recolocar o Brasil no centro das grandes decisões globais, respeitando os tratados internacionais e a autodeterminação dos povos. As instituições judiciais brasileiras, por sua vez, seguem conduzindo investigações técnicas contra os articuladores e financiadores dos atos antidemocráticos. A tentativa de Eduardo Bolsonaro de usar o parlamento estadunidense como escudo não será capaz de paralisar a aplicação rigorosa da legislação penal do país contra os crimes cometidos pelo antigo regime.
O comportamento conspiratório da oposição extremista provoca forte repúdio entre os setores democráticos, que enxergam nessa movimentação internacional um atestado de desespero. Encurralados por inquéritos que apuram desvios de recursos, corrupção, fraudes e tentativas de golpe de Estado que já resultaram em condenações na esfera eleitoral e avançam na esfera penal, os líderes do reacionarismo tentam criar cortinas de fumaça e palanques vazios no exterior. No entanto, o rastro de destruição institucional deixado pelo grupo político de Jair Bolsonaro permanece nítido aos olhos da comunidade internacional séria, que reconhece o restabelecimento da normalidade democrática no Brasil.
A nova investida de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos apenas acelera o desgaste político de sua própria família, que se isola cada vez mais diante da opinião pública nacional. A insistência em promover o boicote ao próprio país e em fazer ameaças à estabilidade nacional reforça a necessidade de que os órgãos de controle e a Justiça Federal mantenham a vigilância sobre os atos dessa articulação extremista. Nenhuma conspiração arquitetada fora das fronteiras brasileiras será capaz de dobrar a soberania de um povo que escolheu o caminho da legalidade, do desenvolvimento social e da reconstrução.
Com informações do Metrópoles
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