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A tentativa rasteira e eleitoreira de Flávio Bolsonaro de buscar palanque nos Estados Unidos acabou se transformando em um verdadeiro atentado contra a economia brasileira e os direitos da população. Ao pressionar autoridades estrangeiras para classificar as facções criminosas nacionais como grupos terroristas, o senador reacionário ignorou os alertas técnicos e provocou uma grave crise institucional. O Ministério da Fazenda do governo Lula reagiu prontamente, denunciando que a medida unilateral representa uma interferência externa intolerável que coloca em risco a estabilidade do sistema financeiro nacional.
De acordo com o próprio Ministro da Fazenda, Dario Durigan, e com os principais banqueiros do país, o enquadramento internacional proposto pela prole criminosa pode gerar um forte isolamento econômico para o Brasil. As rígidas regras de conformidade e controle bancário global passariam a punir, de forma indireta e retroativa, grandes corporações brasileiras que movimentam bilhões, provocando a fuga de investimentos estrangeiros e a retração de negócios. O resultado prático dessa incompetência legislativa da extrema direita seria a explosão da inflação, o desemprego e o encarecimento de custos para toda a sociedade.
A maior ameaça desse plano golpista, no entanto, recai sobre o Pix, a ferramenta gratuita de transações financeiras que se tornou o maior símbolo de soberania e inclusão do povo brasileiro. Se o sistema for levado ao escrutínio externo sob a falsa acusação de servir de instrumento para financiamento do crime, corporações e bancos estrangeiros poderão impor tarifas e restrições burocráticas ao seu funcionamento. O governo federal já alertou que essa sabotagem atende a interesses escusos de instituições privadas que sempre lucraram cobrando taxas extorsivas da classe trabalhadora e que contam com o apoio da oposição extremista.
O movimento desesperado de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos serve também como cortina de fumaça para tentar abafar as graves denúncias de corrupção que cercam a sua própria família. A Polícia Federal já identificou indícios robustos de que recursos de propinas milionárias intermediadas pelo senador junto ao operador Vorcaro foram utilizados para sustentar as tramas golpistas e o estilo de vida luxuoso de seu irmão, o ex-deputado cassado Eduardo Bolsonaro, em solo dos EUA. A investigação aponta que até mesmo mansões no exterior teriam sido adquiridas com dinheiro desviado dos cofres públicos brasileiros.
Diante do rastro de destruição que o bolsonarismo tenta deixar na economia nacional, a reação contra os ataques à soberania uniu diferentes setores da sociedade, isolando os parlamentares da extrema direita. Até mesmo grupos conservadores e veículos da imprensa tradicional, que costumam blindar o mercado financeiro, expressaram profundo temor com as consequências das sanções cambiais promovidas pela gestão de Donald Trump a pedido dos reacionários. Enquanto o presidente Lula trabalha de forma técnica com inteligência e asfixia financeira do crime, o clã criminoso prefere queimar a imagem do país para se salvar da Justiça Federal.
A nova crise provocada pela oposição extremista reafirma a postura antipatriótica de um grupo político que não aceita as regras da democracia e tenta usar potências estrangeiras como escudo para seus crimes. O cerco jurídico e penal contra os financiadores e articuladores do golpismo está se fechando no Supremo Tribunal Federal sob a relatoria de ministros que não se curvarão ao terrorismo psicológico. Nenhuma manobra internacional orquestrada pelo clã Bolsonaro será capaz de deter as investigações da Polícia Federal ou de dobrar a soberania do povo brasileiro, que segue firme no caminho da reconstrução econômica.
Com informações da Fórum
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