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O Pix, maior sucesso de inclusão financeira da história recente do Brasil, transformou-se no novo alvo de cobiça e ataque do imperialismo norte-americano. O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos passou a pressionar o país, ameaçando a imposição de tarifas sobre produtos nacionais, sob a alegação de que o sistema público brasileiro prejudica os lucros de grandes corporações financeiras estrangeiras de cartões e pagamentos eletrônicos.
Diante da ofensiva de Washington, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva agiu rápido para blindar o patrimônio do povo brasileiro. Reeditando o histórico lema "O petróleo é nosso", que marcou a defesa das nossas riquezas nos anos 1950, o Palácio do Planalto resgatou a retórica de soberania com a frase "O Pix é nosso", posicionando a ferramenta não apenas como um facilitador financeiro, mas como um símbolo inegociável de independência econômica nacional.
Enquanto o governo federal defende a soberania do país, a extrema-direita bolsonarista voltou a demonstrar seu tradicional complexo de vira-lata. Diretamente dos Estados Unidos, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro gerou forte indignação ao dar uma entrevista defendendo os interesses americanos e sugerindo a submissão do Brasil ao sistema privado Zelle, controlado por bancos estrangeiros, escancarando o alinhamento da sua família com Washington em detrimento do povo trabalhador.
Essa postura submissa tenta encobrir as sucessivas derrotas narrativas que a oposição vem sofrendo. Após o ex-presidente Jair Bolsonaro tentar falsamente se apropriar da autoria da ferramenta, a bancada da extrema-direita, liderada por figuras como Nikolas Ferreira, tentou sabotar o governo Lula espalhando mentiras sobre uma suposta taxação do Pix. O pânico moral criado pelas redes bolsonaristas gerou desgaste temporário, mas acabou completamente desmontado pela realidade e pela firmeza da gestão atual.
Com mais de 170 milhões de usuários e uma aprovação esmagadora de 95% da população, o Pix consolidou-se como um patrimônio coletivo indestrutível. Especialistas apontam que as tentativas da extrema-direita de privatizar o mérito ou de se aliar a potências externas para enfraquecer o sistema fracassaram diante do sentimento popular, que enxerga na ferramenta uma conquista soberana que pertence, única e exclusivamente, ao povo brasileiro.
Com informações do O Globo
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