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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu mais uma grande demonstração de compromisso com a dignidade das famílias brasileiras ao anunciar o repasse massivo de R$ 10 bilhões do Fundo de Desenvolvimento Social para o programa Minha Casa, Minha Vida. A medida histórica vai garantir a seleção e construção de 85 mil novas unidades habitacionais, divididas entre 35 mil moradias para a modalidade Entidades e 50 mil voltadas especificamente para a área rural. Durante o evento em Brasília, cercado por lideranças populares, o chefe do Executivo federal reafirmou a guinada social de sua gestão ao formalizar também a destinação de cerca de 1.800 imóveis abandonados da União para fins de habitação e uso social, enfatizando que não há o menor sentido em ver prédios públicos apodrecendo e juntando pragas enquanto o povo trabalhador passa necessidades nas calçadas.
Com a franqueza e a contundência que lhe são características, o mandatário disparou duras críticas contra os entraves administrativos internos e cobrou publicamente a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil a facilitarem o acesso da população de baixa renda aos programas do governo. Lula expôs sua profunda indignação com o engessamento de uma linha de crédito de R$ 30 bilhões voltada a reformas habitacionais simples, da qual menos de R$ 1 bilhão foi efetivamente utilizado desde o ano passado por pura falta de sensibilidade e preparo no atendimento bancário. O presidente exortou os funcionários das instituições financeiras estatais a operarem com o viés de ajudar os mais vulneráveis e colocou sobre os ombros dos movimentos sociais a missão de vigiar, cobrar e denunciar os gargalos da máquina pública, classificando a militância organizada como o verdadeiro farol que guia o cumprimento das promessas do governo.
Além de exigir celeridade, o presidente demandou um padrão elevado de qualidade e cidadania nos novos conjuntos habitacionais, rechaçando severamente projetos isolados e sem infraestrutura herdados de gestões passadas, os quais correm o risco de se transformar em bairros marginalizados pela falta de áreas de lazer, arborização e serviços básicos. Essa ofensiva por dignidade e reparação estendeu-se ainda à área fundiária, na qual Lula celebrou os recentes avanços no reconhecimento de novas terras indígenas e territórios quilombolas, ordenando que a Advocacia-Geral da União atue ativamente para identificar e destruir as barreiras jurídicas que atrasam a regularização desses direitos. Ao associar essa luta à inclusão promovida pelo programa Move Brasil para os entregadores e motoboys do país, o líder popular reafirmou que a principal meta de seu mandato é arrancar os brasileiros mais pobres das amarras da exclusão e da burocracia elitista.
Com informações do Brasil247
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