150 visitas - Fonte: PlantãoBrasil
A tentativa do ministro André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada, gerou forte indignação no campo progressista. A candidata ao Senado pelo Paraná, Gleisi Hoffmann, denunciou a decisão como um ato de retaliação e blindagem que favorece criminosos do colarinho branco. Para Gleisi, a medida arbitrária busca desarticular a corporação responsável por desmantelar as fraudes bilionárias do Banco Master, os esquemas no INSS e as redes de narcotráfico combatidas com rigor sob a gestão do presidente Lula.
A declaração expõe o fundo político do embate no Supremo Tribunal Federal. Em vez de punir o trabalho republicano da PF, Gleisi exigiu que Mendonça derrube os sigilos sobre as relações financeiras entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o clã Bolsonaro. Relatórios de inteligência e dados do Coaf apontam um fluxo milionário de mais de R$ 65 milhões repassados por Vorcaro para financiar a cinebiografia Dark Horse, revelando contradições gritantes nos depoimentos do senador Flávio Bolsonaro e indícios de ingerência política.
A firme reação de Gleisi reforça que a sociedade não aceitará perseguições contra o comando da Polícia Federal nem manobras para abafar escândalos que atingem o coração da extrema-direita. A exigência por transparência irrestrita coloca a Suprema Corte diante do compromisso de assegurar a continuidade das apurações, impedindo que decisões monocráticas sirvam de escudo para blindar esquemas financeiros ilícitos.
Quem investigou os crimes de Daniel Vorcaro e prendeu a quadrilha do Master foi a Policia Federal comandada pelo diretor-geral Andrei Rodrigues.
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) September 8, 2026
Afastá-lo do cargo, como fez André Mendonça, é proteger e premiar os criminosos do Master, do INSS, da Carbono Oculto e dos…