1787 visitas - Fonte: Plantão Brasil/ Twitte
A Polícia Federal está investigando a participação de militares nas manifestações golpistas que ocorreram em 8 de janeiro, quando apoiadores de Jair Bolsonaro invadiram a Praça dos Três Poderes, em Brasília. Segundo os investigadores, as Forças Armadas não tomaram a iniciativa de desmontar o acampamento montado em frente ao quartel-general após as eleições.
A investigação da PF já colheu depoimentos de mais de 80 militares, incluindo pelo menos quatro generais. As evidências apontam para a participação de militares em atos que buscavam desestabilizar a democracia brasileira.
Além disso, materiais apreendidos no celular do tenente-coronel Mauro Cid, principal ajudante de ordens de Bolsonaro, revelaram planos para um golpe de Estado no país, com a decretação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), dentro do que eles chamavam de "quatro linhas" da Constituição.
No entanto, a investigação da PF contrasta com a apuração feita pelo próprio Exército, que isentou as tropas de qualquer culpa e apontou "indícios de responsabilidade" da Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
As conversas que levaram a essas conclusões ocorreram em um grupo de WhatsApp chamado "Dosssss!!!", composto por oficiais superiores da ativa. Entre os 12 militares presentes no grupo, seis eram coronéis e tenentes-coronéis formados pela Aman (Academia Militar das Agulhas Negras) entre 1993 e 2000, e ocupavam cargos de comando e assessoria parlamentar do Exército na época.
Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: apoie@plantaobrasil.net
Follow @ThiagoResiste
APOIE O PLANTÃO BRASIL - Clique aqui!
Se você quer ajudar na luta contra Bolsonaro e a direita fascista, inscreva-se no canal do Plantão Brasil no YouTube.