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O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, transformou o ato do Dia do Trabalhador nesta sexta-feira (1º de maio) em um palco de defesa intransigente dos direitos sociais. Haddad colocou o fim da escala 6x1 no centro da agenda política, propondo a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas sem qualquer redução nos salários. Para ele, a mudança para o modelo 5x2 é uma forma de socializar com a classe trabalhadora os ganhos de produtividade acumulados nas últimas quatro décadas. "Estou confiante que vamos entregar essa pauta até o final do ano", afirmou, citando o sucesso de medidas como o aumento real do salário mínimo e a isenção do Imposto de Renda.
Haddad não poupou críticas às recentes movimentações no Congresso Nacional, classificando as derrotas impostas ao governo Lula como uma reação de setores que buscam um "grande acordo em torno da impunidade". Segundo o pré-candidato, por trás da rejeição de nomes técnicos e de vetos importantes, esconde-se a pretensão de blindar responsáveis por escândalos recentes. "Tudo o que o cidadão comum deseja é que as responsabilidades sejam apuradas até o fim", disparou, vinculando a pauta da extrema-direita ao ataque direto contra a saúde, a educação e o bolso do trabalhador brasileiro.
Sobre a disputa eleitoral em São Paulo, Haddad destacou a força do campo progressista, que conta com nomes de "ficha limpa" e serviços prestados ao país para as vagas ao Senado. Ele rechaçou qualquer tipo de imposição na montagem da chapa, defendendo uma construção coletiva baseada no diálogo e na ética. Ao finalizar seu discurso, Haddad convocou a militância a combater o ódio na política, reforçando que o foco do projeto encabeçado por Lula e pelo PT é fazer o Brasil "voltar a sorrir" com políticas públicas de cara limpa, soberania econômica e justiça para quem produz a riqueza nacional.
Com informações do Brasil247
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