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O líder do governo na Câmara e notável figura do Partido dos Trabalhadores (PT), José Guimarães, propôs uma medida restritiva contra qualquer aliança política entre o PT e o Partido Liberal (PL) de Jair Bolsonaro nas iminentes eleições municipais de 2024.
Esta iniciativa é uma resposta direta às preocupações levantadas por investigações federais, que apontam Bolsonaro como parte de uma tentativa de golpe de Estado, desafiando os pilares da democracia e do Estado Democrático de Direito. Guimarães, com firmeza, reitera que não pode haver colaboração com aqueles que ameaçam os valores democráticos fundamentais.
Além disso, Guimarães criticou veementemente os líderes municipais e estaduais que demonstraram apoio a Bolsonaro em um recente ato na Avenida Paulista, marcando-os como "cúmplices do golpe".
Para fortalecer a coesão entre os partidos aliados ao governo Lula, Guimarães sugeriu a formação de um "pacto de não-agressão" durante o período eleitoral, um desafio dado o panorama político atual marcado por tensões e divergências ideológicas. Este pacto visa promover uma campanha eleitoral baseada no respeito mútuo, mesmo entre adversários, reforçando a unidade em torno do projeto comum de governo.
Guimarães planeja engajar-se em diálogos com dirigentes de várias siglas, do Centrão ao PDT, para discutir a dinâmica política nas cidades com mais de 100 mil eleitores. Essas conversas pretendem não apenas evitar divisões irreconciliáveis na base de apoio ao governo, mas também assegurar que a competição eleitoral não prejudique a governança e o progresso social e político.
Com informações do Estado de S. Paulo
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