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Uma pesquisadora, responsável por um estudo significativo que expôs o uso de páginas nas redes sociais para difundir notícias falsas e ataques direcionados a adversários de Bolsonaro, encontrou-se sob a vigilância da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Esse monitoramento foi realizado por meio do programa FirstMile, capaz de rastrear a localização de pessoas através da conexão de dados de seus celulares.
Em julho de 2020, o trabalho dessa pesquisadora, Luiza Alves Bandeira, juntamente com a organização Atlantic Council, resultou na remoção de diversas contas, páginas e perfis nas plataformas Facebook e Instagram associadas a aliados e a um assessor do gabinete de Bolsonaro.
A Abin não apenas monitorou Bandeira, mas também compilou informações detalhadas sobre ela, incluindo fotos, numa clara tentativa de intimidar e possivelmente desencorajar esforços futuros de combate à desinformação.
Com informações do jornal O Globo
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