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O depoimento do General Marco Antônio Freire Gomes à Polícia Federal, que durou cerca de 7 horas, marca um momento significativo nas investigações em curso sobre a tentativa de golpe de Estado associada ao ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados. Como ex-comandante do Exército e testemunha intimada, Freire Gomes teve a oportunidade de esclarecer sua posição e ações em relação aos eventos que se desenrolaram após as eleições de 2022, vencidas por Luiz Inácio Lula da Silva.
Informações sugerem que Freire Gomes estava disposto a expor detalhes sobre a manutenção de acampamentos golpistas em frente aos quartéis, alegadamente por ordem de Bolsonaro, e sua oposição silenciosa aos planos antidemocráticos do então presidente.
A revelação de que Freire Gomes participou de uma reunião no Palácio da Alvorada, onde Bolsonaro teria apresentado uma minuta de decreto para instaurar um golpe de Estado, adiciona outra camada de complexidade às investigações. A minuta buscava, supostamente, contestar o resultado das eleições e manter Bolsonaro no poder, desafiando os fundamentos democráticos do Brasil.
A postura de Freire Gomes, especialmente sua assinatura em uma nota conjunta com os ex-comandantes da Marinha e da Aeronáutica que tinha um tom crítico ao Judiciário e amistoso aos bolsonaristas, será um ponto de análise crucial. Esse fato, mencionado no relatório da Polícia Federal que levou ao pedido de busca e apreensão contra Bolsonaro e outros investigados, demonstra a complexidade e a gravidade das tentativas de subverter a ordem democrática.
Com informações da Folha de S.Paulo
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