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O Ministro da Educação, Camilo Santana, expressou sua preocupação com a paralisação do projeto que visa atualizar o Novo Ensino Médio, enfatizando que a questão não deve ser reduzida a uma disputa política.
O projeto, que reformará e modernizar o ensino médio brasileiro, encontra-se estagnado na Câmara desde dezembro de 2023, devido à falta de consenso entre o governo e o relator da proposta, Mendonça Filho (União-PE), ex-ministro da Educação durante o governo Michel Temer (MDB).
Em uma tentativa de avançar com a proposta e evitar que se torne refém de disputas partidárias, Santana apelou para o reconhecimento da natureza apolítica da iniciativa. O ministro argumentou que o projeto foi concebido após um amplo processo de consulta com a sociedade civil e representa um esforço coletivo para melhorar a qualidade da educação no Brasil.
Santana destacou que o governo atual optou por um caminho de diálogo e escuta, em vez de impor mudanças abruptas por meio de medidas provisórias. Esta abordagem, segundo ele, reflete o compromisso do governo com a responsabilidade e a inclusão de diferentes vozes no processo de formulação de políticas educacionais.
O ministro também expressou otimismo de que o relator, Mendonça Filho, reconhecerá a importância de atualizar o ensino médio como uma questão de interesse nacional, ultrapassando as divisões políticas. Santana enfatizou que o projeto é o resultado de um consenso entre diversas entidades, sendo endossado pelo presidente, reforçando o apelo para ser considerado pelo Congresso.
A atualização do Novo Ensino Médio é vista como essencial para preparar os jovens brasileiros para os desafios do século XXI, promovendo um ensino mais integrado, flexível e alinhado às necessidades dos estudantes.
Com informações do Metrópoles
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