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Em depoimento à Polícia Federal, o general da reserva Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército durante a gestão Bolsonaro, trouxe à luz ordens explícitas do ex-presidente para manter intactos os acampamentos golpistas montados nas portas dos Quartéis-Generais.
Durante um interrogatório de oito horas, Freire Gomes respondeu a mais de 200 perguntas, revelando detalhes sobre a reunião com os comandantes das Forças Armadas, onde foi discutida uma minuta de golpe que incluía planos para prender o ministro Alexandre de Moraes do STF e obstruir a posse do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva.
Este depoimento, que foi mantido sob rigoroso sigilo pela Polícia Federal para garantir a integridade da investigação, confirma não apenas a presença de Bolsonaro na reunião que tramava contra a democracia, mas também seu papel ativo no incentivo aos movimentos golpistas. A ordem para não desmontar os acampamentos golpistas, diretamente vinculada a Bolsonaro, destaca a tentativa de usurpação do estado democrático de direito e a instrumentalização das Forças Armadas em favor de interesses particulares e antidemocráticos.
Além disso, a confirmação da existência da reunião e da minuta do golpe, que planejava ações extremas contra figuras do Judiciário e a democracia brasileira, sublinha a gravidade das tentativas de golpe e a necessidade urgente de responsabilização. Este episódio representa não apenas um ataque direto às instituições democráticas brasileiras, mas também um desrespeito à vontade do povo expressa nas urnas.
Com informações do Brasil247
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