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O procurador-geral da República, Paulo Gonet, decidiu cancelar o recesso de fim de ano para focar na denúncia contra Jair Bolsonaro e outros envolvidos na tentativa de golpe de Estado. A medida visa acelerar o processo, que também inclui o general Braga Netto, preso preventivamente em dezembro. A expectativa é que o parecer da PGR seja apresentado até fevereiro de 2025, com julgamento previsto para o primeiro semestre do ano.
Bolsonaro é investigado por diversas acusações graves, incluindo os atos terroristas de 8 de janeiro de 2023, conspirações golpistas em 2022 e planos de assassinato contra o presidente Lula, o vice Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes, do STF. O inquérito da Polícia Federal já indiciou Bolsonaro e outras 36 pessoas por suposto envolvimento na trama golpista.
Se a denúncia for apresentada, o caso será conduzido pelo ministro Moraes, visando evitar que os desdobramentos interfiram nas eleições de 2026. A gravidade das acusações pode levar Bolsonaro a enfrentar penas severas, somando até 70 anos de prisão.
Além do inquérito sobre o golpe, o ex-presidente responde por outros casos, como a fraude no cartão de vacinação e o escândalo das joias sauditas, aumentando sua exposição jurídica e política.
Com informações do g1
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