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A perícia médica da Polícia Federal que avaliou o estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro frustrou as expectativas de sua defesa e aliados, que apostavam em um laudo favorável à concessão de prisão domiciliar. O documento, solicitado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, concluiu que Bolsonaro tem condições de permanecer detido na Papudinha, em Brasília, desde que receba cuidados médicos específicos e acompanhamento regular. A perícia descartou a necessidade de internação hospitalar imediata, recomendando apenas monitoramento contínuo, controle de pressão e medidas para prevenir quedas – um dos riscos apontados no laudo.
A defesa de Bolsonaro contestou a conclusão, sustentando em nota que o laudo ainda não está completo, aguardando o parecer de um médico assistente técnico, e que o próprio documento reconhece que a ausência dos cuidados recomendados pode resultar em "descompensação clínica súbita, com risco concreto de morte".
Aliados do ex-presidente avaliam, em reserva, que seu estado de saúde é mais grave do que o descrito e que um agravamento do quadro sob custódia do Estado representaria um risco político-institucional para o Supremo Tribunal Federal. Enquanto isso, nas redes sociais, os filhos Carlos e Eduardo Bolsonaro intensificaram o pedido público por prisão domiciliar, classificando a manutenção da detenção nas atuais condições como "desumana, ilegal e cruel".
Com informações da Folha de S.Paulo
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