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Integrantes do governo Lula avaliam que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tende a adotar uma postura mais discreta e recatada em relação às eleições presidenciais de 2026 no Brasil. Diplomatas que acompanham as tratativas bilaterais consideram que o atual momento de estabilidade entre Brasília e Washington, construído nos últimos meses, diminui o risco de uma atuação direta do Executivo americano no processo eleitoral brasileiro. Segundo fontes, a relação pessoal entre Lula e Trump, descrita como “cortês” e até “carinhosa”, passou a funcionar como uma espécie de blindagem contra pressões internas e externas para que a Casa Branca favoreça um candidato alinhado à direita brasileira.
Apesar do cenário otimista, o entorno do presidente Lula mantém cautela diante do histórico de imprevisibilidade de Trump, especialmente após o episódio do “tarifaço” contra o Brasil em julho do ano passado, visto na época como uma tentativa de pressão política. A preocupação persistiu com a divulgação, em dezembro, de uma nova doutrina de segurança nacional americana que organiza o mundo em “zonas de influência”, subordinando a América Latina aos interesses de Washington.
A estratégia do Planalto, contudo, é manter a proximidade com a Casa Branca até a eleição, buscando, inclusive, avançar em projetos concretos de cooperação em segurança pública – tema central para o debate eleitoral – como forma de neutralizar a oposição bolsonarista e reduzir espaço para iniciativas adversárias.
Com informações do g1
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